quinta-feira, 23 de agosto de 2012

controvérsia!


‎"Passo metade do dia odiando minha vida e
querendo ser sugada pela minha própria insignificância.
 A outra metade passo rindo do quanto sou dramática e exagerada."
Tati Bernardi



eu tento.






"Tenho tentado me estressar menos, sorrir mais. Carregar menos o mundo nas costas, dormir em paz."
Clarissa Corrêa

terça-feira, 21 de agosto de 2012

demasiadamente ressaqueada!


'Eu inventei de tomar uma dose de sentimentos e estou de ressaca até hoje.'
Nicholas Sparks



mudamos...

' Nós mudamos tanto nesse tempo que ficamos longe. Já não somos mais nós. Somos agora só eu e você. Assim, duas pessoas estranhas. Agora mais velhos, mais experientes, menos ingênuos, menos sinceros. Somos só duas pessoas que se conhecem. Mas nos comportamos quase como estranhos. E talvez seja mesmo assim: nós estamos estranhos. Já não somos mais os mesmos.

Mudamos muito, quase somos estranhos, mas ainda guardamos um pouco da nossa personalidade de antes. Ainda temos algo - não sei explicar o que é nem porque é - que nos mantêm juntos, mesmo estando longe.' 

Thaíse

... OU, QUE ME MANTÊM  JUNTO A VOCÊ SEM ESTAR JUNTO A MIM, O QUE SE TORNA PIOR.

sábado, 18 de agosto de 2012

' eu creio



"Rezar muito. E ter fé. Porque as coisas estão todas amarradinhas em Deus."

Guimarães Rosa

não, não é!


"Fico tão cansada às vezes, 
e digo pra mim mesma que está errado,
 que não é assim, 
que não é este o tempo, 
que não é este o lugar, 
que não é esta a vida. (...)
 e fico horas sem pensar absolutamente nada"

Caio F.




' novamente

Nessas noites de solidão chego a achar que o fato de eu estar sozinha é falta de sorte a minha, de não ter com quem dividir os meus momentos, o edredom, os beijos, a carência e a competência. Tá, todos vem me dizer que o homem certo aparece no momento certo, que tudo tem sua hora, e que no fim tudo se ajeita...eu seria meio hipócrita de dizer que não acredito nisso, que não fico aqui esperando e acreditando que tem algo mais sublime a minha espera e que quando aparecer eu vou entender o motivo de tanta demora, o motivo de tantos amores terem se tornado desamores, das coisas terem desandado e de eu ter ficado com a vida meio amarga e preto-branco até ele transformar tudo em doce e em um completo colorido. Mais que hora é essa? Eu impaciente, carente, fico me sentindo só, querendo desesperadamente que eu ame novamente.


terça-feira, 12 de junho de 2012

saudade.

Estou sentindo saudades. Saudades não de alguém especifico, mas de momentos, momentos que eu sei que não se repetirão porque as pessoas envolvidas não fazem mais parte da minha vida. Afinal, as pessoas saem da nossa vida assim, sem você poder se defender, sem você poder dizer que quer que ela fique, que ela escute e acate a sua vontade, como se elas fossem tão insensíveis a ponto de não se importar que está lhe machucando, que está lhe 'agredindo'. No fim, acho que é porque elas sabem que continuaram com você, não serão substituídas e que você irá conseguir viver muitos outros momentos incríveis, de outras formas e com outras pessoas maravilhosas, elas sabem que a vida é feita de mudanças, de escolhas e de abdicações, e que ninguém morre por isso. Mas ainda assim eu sinto falta de algumas particularidades, da unicidade de atos, gestos e da grandiosidade que eles representam(ram) em minha vida... mas é que hoje, eu estou meio dolorida por dentro, e é por saudade!

domingo, 13 de maio de 2012

Hoje, doí!



"(...) e doeu-me às vezes viver." 
Mia Couto

Falta...

Estou entre pessoas, muitas pessoas. Estou só.
São passos apressados caminhados ao meu lado,
são esbarrões vindo de todas as direções, 
são inúmeros tropeços em mim.
São indas e vindas de momentos com pessoas,
de troca com pessoas, de vida com pessoas... 
mas, ainda assim me sinto só, estou só.
Falta algo, alguém...
O que me falta é pequeno, é simples, em comum... 
falta quem preste atenção em mim!

terça-feira, 17 de abril de 2012

é como Caio já disse..

'Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. 
Tem gente que tirou o mês pra me chatear,
 me colocar pra baixo, 
me jogar em cima um amontoado de energias ruins. 
Tem gente que tem esse dom. 
De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.'
Caio F.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

entende?

Quanto blá blá blá. Isso me irrita tanto... pra que insistir em voltar atrás de algo que não tem mais nada a ver? Pra que insistir em querer falar sobre algo que não faz mais sentido, não presencio mais? Velho, será que é tão difícil de reparar que eu não me lembro mais? Não penso, não quero, não me faz bem e longe tá bem melhor? Aiin, tem gente que consegue tirar outra do sério, tem gente que quer saber mais dos sentimentos e pensamentos alheios do que as donas deles, tem gente que acha que as coisas são sempre do jeito que elas vivenciariam e ponto.Deixa lá. Eu sei que sente falta, que um dia talvez seja necessário que conversemos, que ele esclareça o que aconteceu. Possa ser que quando nos vejamos depois desses 1 mês e pouco algo ainda balance as estruturas, mas não significa que tudo que passou foi amor, NÃO FOI, entendeu? NÃO FOI. Eu não tou sofrendo, eu não sofri e até as mágoas que eu senti hoje são meros desprezos, ele vive a vida dele e eu a minha, assim estamos bem. Para mim, hoje, com o coração aberto, a sensação que eu tenho é que não aconteceu nada, é como se esse capitulo da minha história tivesse sido borrado e se encontrando ininteligivel, mas sendo que nada disso me incomoda, afinal, não foi um capítulo dos mais importantes, foi bom, aconteceram coisas legais, sim, mais não foram as mais importantes do mundo para eu está tendo que vivenciar em cada conversa e tendo que está sofrendo como acham que eu estou. Ah, outra coisa, essa de tentar justificar o erro para mim não cola, não existiu proteção. Existiu egoísmo. E são essas coisas que me fazem acreditar que o tempo não vai direcionar nossos caminhos para o mesmo lugar, porque para esse assunto, a egoísta agora sou eu. Eu me sinto bem sozinha, eu vejo que o futuro de nós dois era tão incerto, eu já estou vivendo outras coisas, além de que quando eu falo do meu ex, eu não falo dele, eu falo do homem que ainda vive em mim, e então eu não vejo razão para ter que tá pensando, para ter que tá falando, para ter que me explicar, para ter que tá querendo entender, ter que voltar atrás, correr atrás, conversar, não vejo e eu não quero. Mas tem gente que não entende... e me deixa aqui sem paciência, nervosa, irritada, bem irritada. E não são pelas mágoas, não são. Simplesmente é porque não existe mais nada.

domingo, 15 de abril de 2012

meu caos.

Quando tudo parece distante e frio, quando parece que não há mais espaço e possibilidade de acreditar, de ver ou de reinventar você na minha vida, eu encontro esse amor que ainda sinto em qualquer pequeno detalhe de uma vida cotidiana - seja em uma flor, um pássaro, o vento, seja uma música, uma conversa, uma bebida, uma festa, outra presença, pequenos gestos. E ela se torna ainda maior com a minha curiosidade de saber se essa falta também faz parte da sua vida, se as lembranças são tão fortes, melancólicas e se faz tão presente. É como se cada vez que eu fosse partir para algo que você não se encaixa, ela vem e me devolve você, mas você não vem junto. O problema se encontra aí, no choque de realidade, onde as lembranças são só lembranças, você é só você, sem mim, longe de mim, mas dentro de mim, e eu, sou eu, eu apenas, sem você!

o que passa nessa cabeça?



"Fico tão cansada às vezes, 
e digo pra mim mesma que está errado, 
que não é assim, que não é este o tempo, 
que não é este o lugar, que não é esta a vida. 

(...) e fico horas sem pensar absolutamente nada "

Só, e só!

"Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras; 
e por tudo isso, ando cada vez mais só."

O fim do último!

Me calei tanto sobre o fim desse meu último relacionamento. Me calei pelo cansaço de ter que sempre dizer as mesmas coisas a todos... todos que vieram o tempo todo dizer que já sabiam do final, todos que diziam que acreditavam que seria algo duradouro. Fiquei cansada de ouvir histórias - daquelas bem ladainhas - todos os dias, cansei de ter que me calar sobre essas histórias.
O que aconteceu nos 4 meses de outubro à fevereiro foi algo surpreendentemente mágico. Uma magia bela e única. Talvez ninguém entenda que foi algo arrebatador, que tirou os pés do chão e mexeu com o juízo que é evidentemente presente em mim. Mas depois de 4 meses descobrimos que foi algo vazio. Vazio de amor. Vazio de honestidade.
Fiquei machucada não pelo término ou porque o estava amando, não, não foi, eu não o amava, o carinho que eu sentia por ele estava camuflado na empolgação das coisas boas que eu sentia quando estávamos juntos. Fiquei machucada por como todo o fim e seus posteriores foi descoberto e exposto para mim. Fiquei machucada pela falta de sinceridade, pela hipocrisia, pela cara de pau. Fiquei machucada pela mágoa que estou sentindo. É uma mágoa que cresceu, cresceu... hoje já não faz diferença, mas eu sei que ela continua presente.
Mágoas porque eu estava quieta no meu canto, tentando resolver uma situação que parecia sem fim de um outro relacionamento que estava conturbando a minha vida e fui surpreendida por uma lábia que me convenceu que eu poderia ir que o terreno era seguro. Mágoas porque depois de tantas juras, planos e promessas eu descobri que tudo era uma farsa, algo montado (tá, eu não acredito que algo foi sincero), para mim não passou de tentativas desesperadas de manter o passado distante enquanto ele ainda estava tão vivo e tão presente dentro dele. Mágoas porque nada foi esclarecido.
Hoje que estou só, não penso nele, penso naquele cara que eu amei antes dele e descubro o que era amor e o que foi relacionamento. Hoje que estou só, eu desejo que ele que me fez passar por tantas coisas não muito agradáveis nesse último mês, não se arrependa da decisão tomada e que seja feliz. Hoje que estou só, descubro que nessa solidão talvez eu esteja melhor.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

e ponto.

SAUDADE, SAUDADE, SAUDADE... 
QUANTA SAUDADE

Re-lembrando coisas que passaram...

"Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei."

... LAVANDO A ALMA!



hoje, assim.

Uma saudade irracional, um aperto no peito e aquela velha solidão que ainda entra pela porta da frente e invade todo o espaço em que está ocupado pela presença do meu eu. Fragiliza a minha alma, pesa nos ombros. Uma falta absurda que consome as minhas forças, suga a minha energia, me desgasta fisicamente e emocionalmente. 
Moída, vazia e só,
 aqui estou eu!


terça-feira, 10 de abril de 2012

vem?!


Quero me perder...



...me prender...


... em você!

Te quero. 

em mim!



Depois desse 1 ano e 5 meses sem você aqui ao meu lado, por completo, atravessei períodos muito difíceis, quis ficar, quis ir, tentei outro relacionamento, procuro viver minha vida com festas, amigos, livros, músicas, paixões, sendo feliz... mais o amor, o meu amor por você, aquele que tanto acreditei ter perdido, diminuído, acabado, permanece tão quente, tão vivo e tão presente. 
Ah, e eu que pensei que conhecia esse tal de amor...


" No amor, em algum momento, você terá que ser ingênuo e acreditar. Terá que largar uma vida, refazer sua vida. Terá que abandonar a filosofia pessimista, a inteligência solteira do botequim e se declarar apaixonado. Terá que ser incoerente, contradizer fundamentos inegociáveis. Terá que rasgar a certidão negativa, a proteção bancária, os manifestos de aversão ao casamento e filhos. Não dá para ser esperto sempre. Não dá para ser experiente sempre."
— Fabrício Carpinejar.





Não vejo a hora de deixar de ser eu para ser nós! 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Até há explicação...

... mas nada que eu disser agora vai arrancar essa sensação de mim.
É como já disse o saudoso Caio Fernando: "  Preciso de um pouco mais de vitalidade. Tenho tido uma sensação de velhice, de desânimo e principalmente, de desamor."

Vem abril!


O começo de um novo mês traz uma sensação boa de que tudo vai mudar, tudo vai ser diferente, as coisas vão ser tão boas, os ares tão leves, as ondas (aquelas invisíveis) tão positivas e eu, carregada de esperança, serei tão mais bonita, mais feliz, mais eu. Que esse novo mês leve tudo de ruim que março trouxe, que leve as dores que em março doeu, que apague as marcas que março deixou, que complete a felicidade que em março apontou. De verdade, que abril abra novas portas, abra a oportunidade de conhecer novas pessoas, novos lugares, que abril abra minha vida e penetre nela com tudo de melhor que o Universo conspire para mim. 
Vem abril!


Estar aqui ou não?!

Cheguei tanto a pensar em desistir disso aqui, até perceber que pode o tempo passar, eu demorar de escrever, mais é aqui que estão depositadas as minhas maiores esperanças, são nas palavras agradáveis ou ruins que estão a fé de renovação, de estabilidade. É para aqui que sempre vou voltar, que sempre me (re)conhecerei, me terei de novo para mim. E isso que importa. Então aqui permanecerei.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

é sim, com certeza.


Depois de um tempo, você ainda vai lembrar dessa ferida que rasgou fundo o teu peito. Mas vai saber também, que foi apenas uma página do capítulo passado. E que o capítulo que você está agora. Ah, esse sim é o mais interessante.
Caio F.

Para 2012.



... e manter as antigas que me fazem bem. É só!

o que foi 2011.

Um ano de altos e de baixos,
de evitar o evitável e inevitar o inevitável,
surpreender e ser surpreendida,
acreditar e ter, 
querer e não ter,
ser e se orgulhar de ser,
sofrer por amar e amar de novo, mesmo correndo o risco de sofrer,
AMAR, AMAR, AMAR,
se arriscar, meter as caras, e não se importar, se entregar,
chorar baixinho, gargalhar para o mundo inteiro ouvir,
silenciar, gritar, 
me conhecer, desconhecer, reconhecer,
de APRENDER, APRENDER, APRENDER
com erros e acertos, aprender,
descobrir novos amigos, manter os velhos, afastar os que não foram amigos,
me dedicar e saber que não foi o suficiente,
ou até saber que fiz o que pude e isso é o suficiente,
vencer desafios, 
cumprir metas,
mudar, 
acrescentar, 
amadurecer,
de VIVER, VIVER E VIVER!



No fim, fui feliz.



O que andou acontecendo, em resumo.

Quanto tempo que não venho aqui? Quanto tempo que não disponho o que acontece com minha vida, com meus sentimentos, anseios e tropeços? Abandonei um dos meus elos comigo mesmo por causa de tantas mudanças que aconteceram em mim, na minha vida, nos meus planos... é, tudo que eu pedi ao tempo, à Deus, ao Universo, as boas vibrações, ao meu coração e a minha razão, acabou 'acontecendo'. Do que eu estou falando? Dessa minha ideia, de inicio, meio maluca de colocar outra pessoa na minha vida, para fazer parte dela, fazer parte das mudanças dela. O que acontece é que no final das contas eu queria realmente isso, porque eu sabia que somente assim eu me sustentaria de novo. 
BEM de principio, não vou negar, foi difícil. Os pensamentos ainda insistiam nos erros passados, em uma vontade inquieta de querer uma coisa que não me pertencia mais, eu sabia. O coração teimava em acreditar que tudo ia voltar ao que era antes e que o sentimento que fazia morada dentro dele era o maior do mundo. Mero engano. Não vou dizer que eu deixei de gostar daquele cara, mas como já dizia os mais sábios, tudo muda a medida que o tempo passa.
Foi de me admirar (re)encontrar a pessoa que eu estou hoje, em um fim de mundo. Já tínhamos uma história antes... 'vivemos juntos', desfrutamos de uma infância compartilhada, crescemos, surgiu uma vontade da parte dele e com um certo convencimento alheio, ficamos - uns beijinhos, apenas-, depois disso com uns maus entendidos, discutimos feio (leia-se: eu discuti sozinha), falei, xinguei, gritei e ele ouviu calado, não nos falamos mais, eramos, no fim das contas, dois adolescentes bobos. Foram cinco longos anos de silêncio, cada um no seu mundo, vivendo a sua vida, sem nos darmos conta de que o destino é irônico, e foi dessa ironia que a linha torta de Deus fez com que nossos caminhos cruzassem outra vez, sustentado no fato de que se foi os arranhões do passado que nos afastou, as feridas expostas - de ambos-  de um tempo recente  fizeram com que esse encontro fosse possível. 
Não foi fácil estarmos juntos, não foi fácil perceber que ninguém acreditava que poderia dá certo, não foi fácil perceber que ainda existiam outras pessoas em nossas vidas, não foi fácil saber que  nem sempre quando a saudade apertasse a gente ia poder estar ali com o outro. Enfrentar a distância, as dúvidas, a insegurança, nada foi fácil. Até que esse tempo que já temos juntos anular algumas dessas dificuldades, assim como minimizar outras, tornando nossa convicção e o nosso desejo de estar juntos e presentes na vida um do outro, mesmo a 200 km de distância, algo que cresce e fortalece a cada dia.
É inenarrável a felicidade que hoje sinto por poder compartilhar minha vida com alguém que me devolve, as vezes em dobro, o quanto me doou, é inexplicável a vontade de querer que tudo dê realmente certo e que a gente se (re)encontre outra vez e outra vez e outra vez, até podermos dividir o mesmo espaço, porque o tempo já dividimos, o tempo já é todinho nosso.